O Sistema Solar no Parque

Para crianças de 4 a 6 anos o modelo do Sistema Solar no Parque pode ser explorado como uma divertida aventura espacial.

A maioria das informações contidas nas placas apela por conhecimentos que os pequenos ainda não adquiriram. Portanto, a elaboração de um modelo mental do Sol com os planetas dando voltas ao seu redor é lúdica e satisfatória o bastante para o desenvolvimento cognitivo nessa faixa etária.

Nossa sugestão é que a visita ao Sistema Solar no Parque se transforme numa atividade mais corporal.

Para isso, apresentamos o arquivo auxiliar a seguir, para baixar, imprimir e distribuir com as crianças. Nele estão 8 círculos com os tamanhos comparativos dos planetas do Sistema Solar, mais uma nave espacial infantil.

Para Download:
Recorte e brinque

No Parque, a escala reduz o Sol ao tamanho de uma bola de vôlei. Com isso o percurso completo não fica cansativo. Mas os planetas ficam bem pequenos! No arquivo para download optamos por planetas maiores para as crianças. Neste caso, o Sol ficaria com 1,88 m de diâmetro.

Como as crianças dessa faixa demonstram uma maior habilidade com as mãos, sugerimos que, sob a supervisão de um adulto, deixe-as recortar as figuras – inclusive a nave espacial, que poderá ser levada ao Parque.

Na sala de aula, antes ou depois da visita (a critério do educador), as crianças podem interagir com as figuras dos planetas, aprendendo seus nomes e colocando-os na mesma ordem que estão no espaço, a partir do Sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

No Parque, nossa sugestão é que o educador conduza os pequenos numa “viagem” que começa no Sol. As crianças levam as naves que recortaram, imaginando que estão dentro delas, viajando de planeta em planeta, numa grande aventura espacial.

QUESTÕES ORIENTADORAS

► Qual é a estrela do Sistema Solar?

► Quantos planetas tem o Sistema Solar?

► Como os planetas se distribuem a partir do Sol?

► Qual a posição da Terra no Sistema Solar?
 

É conveniente informá-las que os planetas estão a enormes distâncias uns dos outros, e que cada passada da criança equivale a um deslocamento muito grande no espaço, por isso elas não podem correr, apenas andar.

Pequenos astronautas
Cada criança conduz sua nave e, mesmo caminhando, estará indo extremamente rápido de um mundo para o outro. O educador pode aproveitar para contar as crianças que uma viagem como essa, realizada com naves espaciais de verdade, levaria muitos meses.

Em cada planeta, o educador faz uma pequena parada com o grupo. O texto das placas não precisa ser lido em voz alta (pois, como já mencionado, neles há informações que estão além do saber dos pequeninos).

Será suficiente mostrar a figura do planeta e pedir para que digam o nome dele. Eles também podem ser incentivados a dizer de onde vieram (o planeta anterior) e para onde vão (o nome do próximo planeta).

Mas não é necessário corrigi-los, deixe-os que descubram por si mesmos à medida que “viajam” pela escala.

Grupo de estudantes em visita guiada ao Sistema Solar do Parque da Cidade.

Ao fim da atividade, as crianças devem ter percebido que alguns planetas ficam a distâncias muitos maiores que outros, principalmente quando nos afastamos do Sol.

Com o arquivo auxiliar elas reparam que há planetas de diversos tamanhos e que a Terra não é o maior. Todos eles estão girando em volta do Sol, que fica no centro do Sistema Solar.

Roda dos planetas
Será bastante lúdico criar uma roda onde uma criança representará o Sol e as outras serão alguns dos planetas (não é necessário todos eles). A “criança Sol” fica parada, enquanto as outras caminham ao seu redor, cada uma num círculo em volta do Sol.

Nenhuma “criança planeta” cruza o caminho da outra, e todas dão voltas ao redor da “criança Sol”. As mesmas voltas que os planetas fazem em torno do Sol, no espaço sideral, e que chamamos de órbitas.

Crianças no Ensino Fundamental I estão na adorável fase dos “por quês”, mas devemos ter em mente que satisfazer sua curiosidade consiste em responder apenas ao que ela pergunta e do modo mais simples possível, muitas vezes apelando para analogias com aquilo que ela já sabe.

Este é precisamente o caso dos primeiros conhecimentos sobre o Universo que podem ser apresentados aos nossos jovens aprendizes.

Esperamos que a escala do Sistema Solar no Parque se constitua em mais um estímulo à capacidade criativa e investigativa das crianças e nos colocamos à disposição para troca de ideias com pais e professores.

Qualquer dúvida, não hesite em entrar em contato. Nem que seja simplesmente para compartilhar sua experiência conosco!  Fim

 

Sugestões para o Fundamental II
Astro-escala

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