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Estações orbitais

O cosmonauta Yuri V. Usachyov observa a paisagem em 31 de março de 2001. Ele foi membro da segunda tripulação da ISS. Foto: Nasa.

Imagine acordar pela manhã, ir até a janela e ver as nuvens muitos quilômetros abaixo de você. Só que você não está num avião. Na verdade você percebe oceanos e continentes inteiros por entre estrias nebulosas com milhares de quilômetros de extensão. Do seu ponto de vista a própria Terra denuncia sua forma. Você está no espaço.

Cerca de uma hora depois, quando você já tomou seu café da manhã e se prepara para mais um dia de trabalho, uma olhada pela mesma janela revela que já é noite lá embaixo. As luzes das maiores cidades são bem visíveis.

E às vezes perto dos pólos há luzes muito mais brilhantes bem acima das nuvens. Sem sair de sua casa você contempla as auroras – tanto boreais quanto austrais. Da sua morada no espaço você pode ver o nascer e o pôr-do-sol quase vinte vezes por dia.

Em órbita da Terra você está sempre em queda livre. Essa sensação, chamada imponderabilidade (ou de modo menos formal, microgravidade) é útil para o desenvolvimento de diversos tipos de medicamentos e novos materiais. É o que tem sido feito a bordo das estações espaciais, que você conhecerá mais a seguir.


Salyut Skylab Mir ISS



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• Última atualização em 07/07/2008 às 22h43min.
   

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